Os princípios para a contribuição são ensinados na Bíblia e devem refletir a gratidão do nosso coração, com alegria, não como barganha, mas como ato de fé e reconhecimento de que tudo pertence a Deus. Damos porque recebemos primeiro. Não podemos dar aquilo que não temos, e uma vez que devolvemos parte do que Deus nos deu recebemos as bênçãos de Deus, que supre todas as necessidades daquele que é fiel. Isso é um “ciclo de bênçãos”, porque, quanto mais damos, mais recebemos. Por isso, devemos contribuir, não para recebermos as bênçãos de Deus, mas por que já somos abençoados. Dessa forma, precisamos ter em mente o motivo pelo qual contribuímos financeiramente com a obra de Deus. Se devolver o que pertence a Deus é um privilégio, podemos dizer como Davi, por ocasião do levantamento das ofertas para a construção do templo: “Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos dar voluntariamente essas coisas?” (I Crônicas 29:14) Ainda hoje o desafio de Deus àqueles que são fiéis nos dízimos e nas ofertas é: “façam prova de mim”. Podemos achar arriscado colocarmos Deus à prova, mas foi Ele mesmo quem sugeriu.  Ou, podemos continuar colocando nosso dinheiro em um saco furado, conforme Ageu 1:6. Sempre que retemos o que pertence a Deus estamos dizendo que não confiamos nEle para nos suprir e abençoar, mas quando somos fiéis na entrega de nossos dízimos e ofertas mostramos, na verdade, quem somos e, com certeza, colheremos os frutos de nossa fidelidade, pois Deus não mente. Ele mesmo prometeu. O dízimo foi ordenado por Deus para a manutenção dos trabalhos no templo, além de ajudar aos necessitados do povo. Embora não exista no Novo Testamento a ordem para dizimar, não há nenhuma proibição também. Quando houve necessidade entre os crentes da Judeia foram levantadas ofertas de socorro aos irmãos. Nossas Igrejas ainda hoje precisam ser sustentadas, e o trabalho social feito. Então, por que não deveríamos dar o dízimo hoje?  Se Deus nos dá condições de contribuir, por que não o fazer? Há vários motivos para sermos dizimistas e ofertantes: amor à obra do Senhor e desejo de ser participante dela; saber que todas as coisas pertencem a Deus; desapego aos bens materiais; porque Deus ama ao que dá com alegria. Com certeza a entrega do dízimo hoje realizada pelos cristãos não é questão de obrigação, pois não estamos mais debaixo da lei, mas de privilégio em sermos participantes na obra de Deus para a propagação do Seu Reino, até que Jesus volte! “Pois nós somos cooperadores de Deus.” (I Coríntios 3:9a)

Contribua com alegria!!!

 

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