Nas redes sociais desta semana está sendo divulgado um show de uma cantora baiana, muito famosa, que em meio a sua apresentação disse claramente em meio a euforia: “- Libere o seu demônio….. Não se vive sem eles”. Esta cantora já foi embaixadora da UNICEF e se declara participante do grupo de Gays, Lésbicas, bissexuais e transgênero. A realidade é difícil não pelo que diz ser, mas da forma como se refere aos cristãos quando informa que a peça que entrará em cartaz terá a pessoa de Jesus em um corpo de travesti para tentar com isso levar o pensamento da igualdade sem preconceitos.

O que me inquieta não é a escolha pessoal nem o grupo que estas pessoas escolhem estar, mas a tentativa de querer impor o que acham certo e, com isso, a defesa passa a ser o ataque chamando os que pensam diferente de “vermes” e outras palavras de baixo calão. O cristão para essas pessoas são preconceituosas, homofóbicas e etc… Mas e quando se referem deles a nós? Por que eu tenho que aceitar o que eles dizem ou querem impor para minha família, nossos jovens, nossas crianças? O mundo sem dúvida jaz no maligno. Os demônios têm cegado o entendimento de muitas pessoas e a Igreja não pode se calar. Nós, como Igreja precisamos tomar coragem e atitudes para que o mal não sobreponha o bem. As portas do inferno nunca serão maiores do que o poder da Igreja alicerçada nos fundamentos bíblicos de um Deus que ama o pecador mas não aceita o pecado. A cantora invoca os demônios e leva a multidão a liberar o reino das trevas segundo o que está registrado no vídeo no dia do espetáculo. A realidade exige a resposta da Igreja. O que você pode fazer? Orar? Jejuar? Lutar pelo que é seu antes que…… Só nos reste o lamento.

Pr. Carlos Henrique

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