Oramos no domingo passado pelas vidas dos meninos e do técnico que estavam presos na caverna após serem surpreendidos com a tempestade que caiu sobre o local e levando-os a experimentarem a triste realidade de ficarem aprisionados sem nenhuma expectativa. Confesso que vivi os momentos de angústia, afinal, pensar em um local onde além de ser uma caverna pode também ser um local de moradia de insetos e animais venenosos, e a morte poderia ser a realidade muito presente naquele momento.

Porém, aprendi algumas lições que quero compartilhar com você como Igreja:

  1. Não dá para ser um herói sozinho quando o que temos por fazer vai envolver coragem e estratégias, é necessário unidade.
  2. A visão mais importante são vidas que esperam nossa atitude, apesar das estratégias serem importantes, o que vale é a rapidez, não podemos adiar;
  3. A equipe precisa manter seus olhos nos que vão para o resgate, mas aguardando com expectativas o retorno, afinal, todos celebrarão o êxito;
  4. Todos foram resgatados com vida, mas custou a vida de um mergulhador que se atreveu ir sozinho, acreditando só na sua experiência.  Nossa experiência é importante, mas saber ouvir pode nos levar  a caminhos mais seguros;
  5. A caverna era um lugar de sofrimento e morte, resgatar as vidas era uma missão de todos, o mundo parou para ver isso.
  6. Quantas cavernas temos hoje? Quantas pessoas em ameaças temos?   O que você está disposto a fazer frente aos desafios?  O que a Igreja tem feito diante das ameaças?

 

Pastor Carlos Henrique

Imagem: THAI NAVY SEAL/via REUTERS

%d blogueiros gostam disto: